sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Capes recebe inscrições para Prêmio Capes de Tese 2011

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) recebe, até 25 de novembro, as inscrições para o Prêmio Capes de Tese 2011, outorgado às melhores teses de doutorado defendidas em 2010, selecionadas em cada uma das áreas do conhecimento reconhecidas pela Capes nos cursos de pós-graduação adimplentes e reconhecidos no Sistema Nacional de Pós-Graduação. O prêmio é realizado em parceria com a Fundação Conrado Wessel e o Instituto Paulo Gontijo.
A pré-seleção das teses a serem indicadas ao Prêmio deve ser feira nos programas de pós-graduação das instituições de ensino superior. Após a indicação da tese vencedora pela comissão de avaliação, o coordenador do programa de pós-graduação é responsável pela inscrição da tese, exclusivamente pelo site da Capes.

Grande Prêmio

As melhores teses selecionadas em cada um dos três grupos de grandes áreas também são outorgadas com o Grande Prêmio Capes de Tese. Este ano serão homenageados Emílio Marcondes Ribas, que dará o nome ao Grande Prêmio no grupo de grandes áreas Ciências Biológicas, Ciências da Saúde e Ciências Agrárias; Otto Richard Gottlieb, nas Engenharias e Ciências Exatas e da Terra; e Paulo Reglus Neves Freire, nas grandes áreas Ciências Humanas, Lingüística, Letras e Artes, Ciências Sociais Aplicadas e Ensino de Ciências.
A premiação acontecerá no dia 11 de julho de 2012, no edifício-sede da Capes, em Brasília.

Premiação

As teses vencedoras serão beneficiadas com passagem aérea e diária para o autor e um dos orientadores da tese premiada para que compareçam à cerimônia de premiação que ocorrerá na sede da Capes, em Brasília; certificado de premiação no âmbito do Prêmio a ser outorgado ao orientador, coorientador(es) e ao programa em que foi defendida a tese; certificado de premiação e medalha no âmbito do Prêmio para autor; auxílio equivalente a uma participação em congresso nacional para o orientador, no valor de R$ 3 mil; e bolsa para realização de estágio pós-doutoral em instituição nacional de até três anos para o autor da tese, podendo converter um ano em estágio pós-doutoral fora do país em uma instituição de notória excelência na área de conhecimento do premiado.
Está prevista a concessão de um prêmio adicional no valor de R$ 15 mil, pelo Instituto Paulo Gontijo, para os autores das teses vencedoras nas áreas de "Astronomia/Física" e de "Matemática/Probabilidade e Estatística" e em "Química".
As teses vencedoras do Grande Prêmio receberão também certificado de premiação no âmbito do Grande Prêmio a ser outorgado ao orientador, coorientador(es) e ao programa em que foi defendida a tese; certificado de premiação e medalha no âmbito do Grande Prêmio para autor; auxílio equivalente a uma participação em congresso internacional para o orientador, no valor de R$ 6 mil; bolsa para realização de estágio pós-doutoral em instituição nacional de até cinco anos para o autor da tese, podendo converter um ano em estágio pós-doutoral fora do país em uma instituição de notória excelência na área de conhecimento do premiado; U$ 15 mil para o premiado, concedidos pela Fundação Conrado Wessel.
O vencedor do Grande Prêmio deverá optar pela bolsa oferecida no Prêmio ou no Grande Prêmio, assim como seu orientador deverá optar pelo auxílio equivalente a uma participação em congresso oferecida pelo Prêmio ou pelo Grande Prêmio, não sendo acumuláveis os benefícios previstos.
Mais informações no edital ou pelo e-mail premiocapes@capes.gov.br.




Fonte: Assessoria de Comunicação Social da Capes 

Crise faz universidades americanas interessarem-se como nunca pelo Brasil


Escolas dos Estados Unidos estão de olho no potencial acadêmico, nas características sociais e também no poder econômico dos brasileiros


Um estranho que caísse por acaso no campus da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia, não saberia identificar pelas feições dos estudantes em que país poderia estar. Não fossem as raras bandeiras americanas hasteadas em alguns prédios, o que se vê é um ambiente cosmopolita dado por uma profusão de etnias, idiomas e hábitos distintos. Isso se deve não só à diversidade populacional dos Estados Unidos, mas também à presença crescente de estudantes estrangeiros nas instituições de ensino do país. Em 2010, eles eram cerca de 700 mil contra os 19,5 milhões de americanos matriculados em cursos superiores. E o perfil desse grupo tem mudado. Se antes os alunos de países emergentes lutavam por uma vaga em uma grande escola americana, o movimento agora é inverso. Nunca essas universidades estiveram tão interessadas nos estudantes das nações em desenvolvimento como agora, destacadamente no Brasil. “Não há como negar que muitas coisas boas estão acontecendo no Brasil, e é natural que haja um enorme interesse em relação aos alunos do país”, afirma Kathryn Bezella, diretora de admissão de Wharton, a escola de negócios da Universidade da Pensilvânia. Para além das razões meramente acadêmicas, esse olhar mais interessado para as nações emergentes deve-se a outros aspectos, com destaque para a crise econômica que afeta os países ricos.

O interesse ocorre por fatores econômicos e comportamentais. O primeiro diz respeito ao fato de o Brasil enviar muito menos estudantes às universidades americanas que outros dois BRICS: China e Índia. E a visão unânime das instituições é que há enorme espaço para que esse número aumente. Na universidade Drexel, também na Filadélfia, de um total de 1.500 alunos estrangeiros, apenas dez são brasileiros, enquanto chineses, indianos e coreanos lideram. O mesmo acontece na Universidade da Califórnia, no campus de Berkeley, onde há 14 brasileiros entre 867 estudantes não americanos.

Em 2010, 8.786 candidatos do Brasil foram aceitos em instituições dos EUA. Já no caso da China, esse volume chegou a 127.628, enquanto o total de indianos foi de 104.897. Ainda que pequena, a participação brasileira tem aumentado progressivamente, segundo o Institute of International Education (IIE). Em Wharton, o número de alunos brasileiros em um curso de MBA dez anos atrás era, em média, de cinco. Em 2011, esse número praticamente triplicou. “Nossa escola sempre teve a característica de olhar para o mercado global, e o Brasil é um dos destaques hoje. Além disso, temos grupos de ex-alunos brasileiros que trabalham muito bem para ampliar a participação do país em Wharton”, afirma Kathryn Bezella.

Um termômetro desse movimento é a quantidade de vistos que o consulado dos Estados Unidos tem concedido a brasileiros interessados em todos os tipos de curso em território americano. De janeiro a outubro deste ano, foram expedidos 8.565 vistos para estudantes somente na unidade da capital paulista. Se mantido o ritmo, o total no ano deve beirar os 10.000 vistos. “E o número de pedidos não para de crescer”, conta Mayra Alvarado, vice-cônsul dos EUA no país. Ao longo do ano passado foram concedidos 8.700 vistos dessa modalidade em todo o Brasil. Atualmente, segundo a diplomata, o índice de aprovação para as inscrições de vistos de estudante é acima de 95%.

O fator crise – Outra razão econômica essencial para explicar o interesse das universidades americanas no Brasil está nos efeitos da crise internacional. Com as turbulências produzidas pelo estouro da bolha imobiliária norte-americana em 2008, boa parte da poupança das famílias foi dizimada, o nível de desemprego atingiu dois dígitos em alguns estados e muitas linhas de crédito encolheram, inclusive a estudantil. Com isso, tal como as empresas que passaram a buscar outros mercados para crescer, as universidades trilharam o mesmo caminho.

Por fim, a valorização do real ante o dólar tornou esse precioso investimento em educação numa universidade americana mais acessível aos brasileiros, ainda que os valores continuem bem altos. Um MBA de um ano na Harvard Business School, com os custos de moradia inclusos, não sai por menos de 100 mil dólares (168.440 reais), ao passo que no brasileiro Insper, o valor de um curso semelhante é, em média, de 50 mil reais. “A crise estimula a procura das universidades por mais alunos, mas é importante lembrar que elas também buscam diversidade cultural. Não se trata apenas de atrair recursos”, afirma Thais Burmeister Pires, gerente da representação no Brasil do EducationUSA, órgão do governo americano para a educação. A entidade promoveu em São Paulo, na semana passada, o evento "American Education Expo Scholarship Fair", que reuniu agentes de admissão de 23 universidades norte-americanas. O objetivo era justamente apresentar as instituições para estudantes interessados em cursos de graduação, mestrado, doutorado e extensão.

Mudança dos alunos – Outro aspecto que motiva a melhor percepção das universidades americanas sobre os brasileiros é a própria mudança de perfil dos alunos – hoje mais preocupados em contribuir para o avanço do país. Além disso, de acordo com Kathryn Bezella, de Wharton, há um interesse constante e geral em relação a todos que chegam do Brasil. “Hoje, vemos os brasileiros em posições de liderança em grupos de trabalho e pesquisa dentro da universidade. Isso não acontecia anos atrás. Todos querem conversar com eles sobre o Brasil e saber o que eles pensam sobre as coisas. Sem dúvida alguma, são alguns dos alunos mais notórios e bem relacionados que temos”, afirma.

As transformações dos alunos brasileiros no exterior foram observadas de perto pela Fundação Estudar – instituição criada em 1991 pelo trio de sócios da AB-Inbev, Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, e que financia a formação de talentos do mundo dos negócios e do terceiro setor. Segundo a diretora da Fundação, Thais Junqueira Franco Xavier, os estudantes atuais são bem diferentes dos de gerações anteriores. “Houve uma geração de estudantes que iam para o exterior, estudavam e voltavam para o mercado financeiro, como a geração do Garantia, por exemplo. Eles estavam preocupados em crescer na carreira e ganhar dinheiro. Hoje, eles têm outras motivações”, afirma Thais.

Os alunos de hoje – envolvidos em comissões de negócios e liderando grupos de estudo – não apenas fazem bonito nos campi, como se empenham na ponte entre a experiência acadêmica e o setor corporativo nacional. Há casos, inclusive, de estudantes brasileiros que trazem delegações inteiras de alunos estrangeiros para visitar empresas do país, como a Natura, a Ambev e a Gerdau. O objetivo é conhecer a fundo os modelos de negócio criados por aqui, e que deram certo. “Hoje, os novos bolsistas que vão para fora pensam, acima de tudo, em melhorar o Brasil. E nunca houve uma geração tão talentosa e preparada com um objetivo assim”, afirma Thais.




Fonte: Revista Veja

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Jorge Audy é eleito vice-presidente da Anprotec

O pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da PUCRS, Jorge Audy, foi eleito vice-presidente da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), em Assembleia Geral da Instituição, na quarta-feira, 26, durante o 21º Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas. O mandato corresponde ao biênio 2012-2013. Francilene Procópio Gardia, da Fundação Parque Tecnológico da Paraíba, será a nova presidente da Instituição. A posse será no dia 1º de janeiro de 2012.

Para Audy, esta é uma importante oportunidade de contribuir na formulação de políticas na área de inovação no País, em especial na área de Parques Científicos e Tecnológicos e Incubadoras de Empresas. "Acredito que minha experiência na construção do Parque Científico e Tecnológico da PUCRS (Tecnopuc), que hoje é uma referência nacional e contribui significativamente para o fortalecimento da região, irá ajudar a criar outros empreendimentos dessa natureza, em diferentes locais do Brasil", considera. Audy também é membro titular do Conselho Superior Deliberativo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Os eixos centrais dessa gestão são o fortalecimento do modelo de governança da associação, a articulação e negociação de políticas públicas e instrumentos de fomento, de ações com foco na atração de investimentos privados, o apoio a Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas, a articulação e negociação de projetos estratégicos e de ajustes com os marcos regulatórios vigentes.

3º Seminário de Educação Empreendedora

Com o objetivo de debater sobre o desafio de educar hoje os empreendedores de amanhã, a Faculdade de Administração da PUCRS, realizará, durante a Semana Global do Empreendedorismo, o 3º Seminário de Educação Empreendedora. Personalidades conhecidas no Brasil, com referências na temática dessa área, abrilhantarão o encontro. Estarão presentes para palestras o psicanalista Leo Fraiman, o CEO da Gaia Creative Gil Giardelli, e o doutor em filosofia Ruben Alves.

Neste dia, 17 de novembro, das 08h30min. às 16h, no salão de Atos da PUCRS, os educadores encontrarão um ambiente para refletir, debater, e articular estratégias para a área de ensino. O evento é gratuito e as vagas são limitadas. Mais informações podem ser obtidas pelo 0800 570 0800. 




57ª Feira do Livro movimenta Porto Alegre

A Câmara Rio-Grandense do Livro (CRL) apresenta, na sexta-feira, a 57ª edição da Feira do Livro de Porto Alegre, o  maior evento do gênero realizado a céu aberto nas Américas, que tem como patrona, este ano, a escritora Jane Tutikian. Entre os dias 28 de outubro e 15 de novembro, os visitantes encontrarão, na Feira, uma ampla e diversificada programação cultural gratuita. Para adultos, haverá encontros com autores, saraus, apresentações artísticas, oficinas e seminários, entre outras atividades. Nos armazéns centrais do Cais do Porto, o foco está nas crianças, nos adolescentes e nos alunos da Educação para Jovens e Adultos (EJA).  Nesse local também ocorrerão as atividades do ciclo A Hora do Educador, voltado a professores, bibliotecários e outros mediadores da leitura.

O evento acontece em seu tradicional espaço, onde é realizado desde a primeira edição, em 1955: a Praça da Alfândega, Centro Histórico de Porto Alegre, e em trechos de vias do entorno, como a Rua dos Andradas, a Avenida Sepúlveda e a Rua Cassiano Nascimento. Haverá atividades, também, nos prédios do Memorial do RGS, Santander Cultural e Centro Cultural CEEE Erico Verissimo e nos armazéns centrais do Cais do Porto (Área infantil e Juvenil). Ao todo, a Feira ocupa uma área de 25 mil metros quadrados.

Com a revitalização da Praça o espaço é um dos atrativos da Feira. Alamedas mais largas vão aliviar a aglomeração dos visitantes, além de oferecer maior iluminação natural.  Algumas das atividades, como por exemplo a Praça de Autógrafos, destaca o novo traçado. Os bancos, as grades dos canteiros, as luminárias e o piso de pedra portuguesa, renovados, tornam o ambiente ainda mais acolhedor.
 
Mais de 1,7 milhão de pessoas deverão visitar a 57ª edição da Feira, que sediará mais de 700 sessões de autógrafos, mais de 200 palestras e debates, 400 encontros com autores, contações de histórias e outras atividades para os públicos infantil e juvenil. Haverá, ainda, nove seminários entre outras atividades para educadores, mais de 30 oficinas para o público adulto e cerca de 100 apresentações artísticas e exibições de filmes.

A principal novidade desta edição são os dias temáticos. A cada dia, um assunto estará em evidência, envolvendo crianças, jovens e adultos, em diversas atividades. Será possível planejar as idas à Feira de acordo com os temas preferidos. Os 19 temas são: Biblioteca; Livro e Leitura; Suspense; Terror e Horror; Viagem; Cinema; Humor e HQ; Cultura Popular; Conto, Gastronomia; Afrodescendência; História; Educação; Corpo, Sexo e Saúde; América Latina; Direitos Humanos; Gentileza; Ecologia e Comunicação.
      
Entre editores, livreiros, distribuidores de livros e creditistas, responsáveis pela venda direta de livros ao consumidor, a Feira contará com expositores na Área Geral, na Área Infantil e Juvenil (no Cais do Porto) e na Área Internacional. Nesses espaços, os visitantes poderão encontrar obras clássicas, novos autores, literatura infantil e juvenil, livros de arte, temas filosóficos, religiosos, títulos científicos, publicações universitárias e obras estrangeiras, entre outras.

Em 2010, a Feira do Livro de Porto Alegre foi registrada como bem do patrimônio imaterial da cidade pela Coordenação da Memória da Secretaria Municipal da Cultura. A homenagem se soma à medalha da Ordem do Mérito Cultural, concedida pela Presidência da República no ano de 2006, que reconheceu o evento como um dos mais importantes do Brasil.





Descubra a sua Feira

A Feira do Livro agita e contagia a cidade, o Estado e até países vizinhos, integrando leitores, autores e livreiros. Para valorizar ainda mais o evento, mostrando a sua popularidade e o seu carisma, a campanha publicitária criada pela Publivar ON traz o mote Descubra sua Feira. Nas peças publicitárias, entre anúncios de jornal, rádio e TV, outdoors, busdoors, peças gráficas e de programação visual, cria um efeito lúdico com o “caça-palavras”, no qual o leitor é convidado a interagir a fim de encontrar, no jogo, os motivos que o levam a visitar a Feira. Diversão, romance, aventura, drama, pessoas, biblioteca, teatro e autores são alguns dos termos que estão escondidos nas peças de divulgação.
         

Estrelas da Feira

Entre os escritores estrangeiros convidados estão Eduardo Sacheri, Lídia Jorge, Alan Pauls, Ondjaki, Kangni Alem, Tariq Ali e Francisco Haghenbeck. Já entre os brasileiros confirmados, a Feira receberá Nelson Motta, Mary Del Priore e o Padre Fábio de Mello.
  

Área Infantil e Juvenil em destaque

A Biblioteca Escolar será um dos temas recorrentes da programação da Área Infantil e Juvenil e do ciclo A Hora do Educador. Muitas atividades sobre este tema ocorrerão na Biblioteca Moacyr Scliar, uma biblioteca escolar modelo de 500m², instalada no Armazém A do Cais do Porto, com acesso pelo Pórtico Central. São os seguintes os ambientes que a integram: Sala de Leitura; Bebeteca, com acervo para crianças de 0 a 3 anos; Ducha das Letras, com acervo para adolescentes; Sala dos Professores, com acervo e programação especiais; Sala de Aula do Futuro; Sala de Vídeo; Estação da Acessibilidade, com facilidades para os deficientes visuais e auditivos, e Recanto do Scliar, onde o público terá acesso ao conjunto da obra do autor.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Homenagem ao mês do Idoso

Outubro é o mês do Idoso e, para homenagear os docentes e pesquisadores da PUCRS, a ADPPUCRS, em parceria com o Instituto de Geriatria e Gerontologia da PUCRS, oferece um chá em comemoração àqueles com mais de 60 anos.

O encontro será no dia 27 de outubro, às 16h30min. no salão de festas do centro de convivência, prédio 22.

Famecos reformula laboratórios de jornalismo

Novo endereço eletrônico traz o resultado da produção de mais de 100 alunos

Um endereço eletrônico que reúne a produção dos alunos que fazem estágio interno nos laboratórios de jornalismo da Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUCRS e que, na prática, é mais do que um site: é uma espécie de híbrido de jornal, televisão, rádio e internet. Este é o Editorial J(http://www.pucrs.br/famecos/editorialj/), criado como resultado da experiência acumulada em quase seis décadas de funcionamento do curso de Jornalismo. O site envolve uma “redação” formada por mais de 100 alunos matriculados na disciplina de estágio, bolsistas de iniciação científica e voluntários, que colocam toda sua produção jornalística neste endereço.

O laboratório inova na produção de conteúdos multimídia ao organizar a redação sem a tradicional divisão do trabalho por plataforma ou editoria. “Os alunos formam grupos por pauta e extraem o máximo de cada narrativa, tendo todos os suportes e linguagens como possibilidade. A maioria dos alunos são repórteres sem lotação em nenhum veículo específico e podem mudar de função conforme a pauta”, explica o professor Fábio Canatta, editor do Editorial J. Como resultado deste processo, são publicadas narrativas em áudio, vídeo, texto e fotografia, explorando as possibilidades que as diferentes linguagens permitem.

A rotina de produção convergente e o projeto editorial focado na interpretação dos fatos se refletem também na capa do site. Em vez de editorias ou canais divididos por mídia, três colunas organizam o conteúdo a partir do critério tempo/profundidade. A coluna “Acontece” publica notícias do dia; em “Reflita”, encontram-se matérias que oferecem vários pontos de vista sobre o assunto em questão em um ciclo noticioso semanal; e “Explore” apresenta a consolidação de conteúdos já publicados, que voltam à capa a partir de um novo desdobramento ou repercussão em um ciclo mensal.

A arquitetura de informação do webjornal propõe novas formas de apresentar as notícias ao leitor, buscando alternativas às referências consolidadas pelos veículos impressos. "O Editorial J, além de laboratório de estágio curricular, é um projeto de pesquisa em rotinas produtivas e narrativas jornalísticas. Estamos correndo o risco de testar processos editoriais e formatos de apresentação da informação com os quais nem os alunos nem os leitores estão acostumados", explica o professor Marcelo Träsel. A coordenadora de produção, professora Ivone Cassol, prefere destacar o caráter inovador da iniciativa: "O estágio possibilita a integração de mídias diferentes, preparando os estudantes para o mundo multimídia".